Indicadores do mandato
Um mandato gera números o tempo todo: eleitores cadastrados, demandas atendidas, dinheiro investido, votos na urna. A aba Indicadores (exclusiva do plano Elite) junta tudo isso em um painel só e responde a pergunta que importa: o trabalho está virando voto?
Tudo é calculado na hora, só com dados do seu próprio gabinete (e os dados abertos do TSE). Nenhum número é inventado: se falta dado, o indicador avisa o que preencher em vez de fingir um zero.
O relógio eleitoral
No topo da aba, um contador mostra quantos dias faltam para a próxima eleição do seu cargo e quanto do mandato já passou. Ele existe pra dar contexto: crescimento, custo e projeção apontam para uma data concreta — não para o infinito.
O seletor de período
Alguns indicadores são foto (retrato de hoje: pirâmide etária, composição, concentração) e outros são filme (evolução no tempo: crescimento, investimento, prazos, produção). Para os de filme, escolha a janela: 6 meses, 12 meses, 2 anos, Mandato ou Tudo — pensada nos ciclos de 2 e 4 anos entre eleições.
Bloco Base — quem é a sua base
- Pirâmide etária — em qual idade estão seus eleitores, com filtro por classificação. Base 60+ pede rádio e presença; base jovem pede digital.
- Composição da base — quanto é liderança, fiel, apoiador e incerto. Muito incerto = número total enganoso.
- Crescimento — a série de cadastros com ritmo mensal e a projeção honesta: "nesse ritmo, você chega à eleição com ~N cadastrados".
- Qualidade do cadastro — nota de 0 a 100: % da base com WhatsApp, nascimento, bairro e título. Dado faltando aqui distorce todos os outros indicadores — cada barra diz o que mandar a equipe preencher.
Bloco Eleitoral — a urna contra a expectativa
- Cobertura da expectativa — a projeção congelada antes da urna contra o resultado oficial do TSE. Acima do teto: você tem votos que não mapeia. Abaixo do piso: promessa que não virou voto.
- Fatia dos votos da cidade — sua parte de todos os votos válidos do município e sua posição entre todos os candidatos. 8.000 votos crescendo com a fatia caindo = a cidade cresceu mais rápido que você.
- Eficiência territorial — cruza o título dos seus eleitores com a urna, seção por seção. Voto invisível = alguém votou em você numa escola onde o gabinete não conhece ninguém — é ali que a próxima campanha começa.
Bloco Risco — onde a votação está por um fio
- Concentração — um índice de 0 a 100 mostra quanto os seus votos dependem de poucos bairros (acima de 25 é alto), mais a dependência das suas 5 maiores lideranças. Votação pendurada num bairro ou numa liderança só é risco — o indicador grita ANTES de alguém sair.
- Incerteza — quanto da base classificada como INCERTO ainda pode mudar de lado até a eleição. Verde abaixo de 20%, vermelho acima de 40%.
Bloco Operação — a máquina do gabinete
- Custo por voto — tudo que foi investido (Financeiro + valores das demandas) dividido pelos votos estimados. Compare com você mesmo ao longo do tempo: custo subindo com a base parada = dinheiro que não vira voto.
- ROI político — o R$ por eleitor que você já conhece, com a análise completa por bairro e liderança no Financeiro.
- Demandas no prazo — das demandas resolvidas que tinham prazo, quantas fecharam dentro dele — comparado com a meta do próprio gabinete. "87% no prazo" é frase pronta de prestação de contas.
- Produção do gabinete — documentos e eventos por mês. Expõe tanto o semestre produtivo quanto o mês de marasmo.
Quem vê o quê
A aba segue as permissões por módulo: admins sempre veem; assessores precisam que o admin libere o módulo "Indicadores" na equipe; lideranças nunca acessam (os blocos de risco e operação tocam dados financeiros e estratégicos do gabinete).
De onde vêm os números
Só de dados que você já tem: eleitores (idade, bairro, título, capacidade de votos), demandas e valores investidos, Financeiro, agenda, documentos, e os dados abertos de votação do TSE (fonte CC-BY). Nada sai do seu gabinete — os cálculos rodam no servidor e devolvem apenas totais.